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sábado, 13 de junho de 2009

A Partida




  1. Após uma triste despedida de nossos parentes no aeroporto de Cumbica no dia 29/12/2008, seguimos rumo ä nova vida, escolhida por nós.

    Eu não sou fã de aviões, para não dizer apavorada com este meio de transporte, mas no meu primeiro voo internacional, não lembrei deste detalhe...

    Meu lindo bebê de 13 meses, super curioso com tudo e com todos, não parou um momento, e para ajudar sua mamãe esquecer a altitude e longa viagem resolveu dar (ou melhor fazer) uma forcinha, que consistia em borrar a fralda.
    Imaginem minha situação, um bebê que não era muito pequeno e que não pára nem para trocar as fraldas, naquele minúsculo banheiro de avião.

    Lá fomos nós, para o minúsculo banheiro, claro que fui na classe executiva, já que os banheiros da classe econômica tinham fila. Essa tentativa deu certo, mas três pessoas no banheiro não foi uma idéia muito boa, pois não conseguíamos nos mexer – Imagine - eu, bebê e maridinho no cubículo banheiro.
    Depois de muito esperneio e muito suor, conseguimos enfim trocar a famigerada fralda.

    Mas o exercício não pararia por aí, minutos depois o cheiro de cocozinho recém fabricado e embalado na fralda voltava ao ar.
    Desta vez, minha invasão a classe executiva foi descoberta, a comissária mandou-me de volta para classe econômica, e lá fui eu para a fila do banheiro. No primeiro momento, achei que alguém tinha morrido lá dentro, pois a pessoa não saia nunca!

    Ah!!! Finalmente minha vez, lá fui eu trocar a inebriante fralda.

    De volta a minha poltrona pensando em descansar, deixamos o bebê brincando, quando pouco tempo depois... nova fabricação de brotherzinhos! (Hoje penso não foi planejado!)

    O terceiro desafio da troca de fraldas não foi muito diferente do segundo: Fila, demora, aperto...

    Lições que ficaram:

    1. Às vezes, merdas acontecem.
    2. Dois corpos não ocupam o mesmo banheiro de avião (a não ser que o segundo caiba no trocador
    ).

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