
Passado um mês na Alemanha, fomos descobrindo alguns inconvenientes, por exemplo a história do financiamento.
Precisávamos de um carro, pois encarar o frio a pé não era nada fácil, ainda mais com criança, mas para nossa decepção não podíamos fazer nenhum tipo de financiamento, pois muitas lojas exigem um mínimo de 6 meses de residência no país.
Sem muita grana e querendo economizar para a compra definitiva do nosso carango, resolvemos então alugar um carro.
Através de um colega de empresa, meu maridinho conseguiu por um preço razoável alugar um Ford Fiesta 1991...Por fora estava bem velhinho e acabado... Por dentro idem!
Situação 1:
Dia de pegar o citado automóvel, volta para casa, parada para abastecer.
Como por aqui não existe frentista, cada um que abasteça seu carro.
Meu heróico marido desce do carro, abastece, vai até a lojinha, paga pela gasosa, volta ao carro...ué, a porta não abre? Força de um lado, força de outro sem sucesso, depois de muitas tentativas em vão e de estar quase congelando naquele frio qual a solução? Entrar pelo porta malas, fazer o quê?
Se alguém viu deve ter pensado: - O que este doido está fazendo????
Situação 2:
Domingão de sol, que tal dar um pulo na Suíça, que está super próxima mesmo? Tem um lugar lindo lá e aproveitamos para abastecer, já que lá a gasolina é mais barata, por que não aproveitar?
Lá vamos nós, passeamos, curtimos o dia na volta a paradinha para abastecer, desce do carro (como os frentistas fazem falta) ué, o tanque de gasolina não abre? Força de um lado, força de outro....Ops! A chave quebrou! Sem desespero. Pega o alicate e vai com jeitinho. (olha a fila para abastecer aumentando) Calma, muita calma. Paciência! Prontinho, abriu! Ufa!!!
Situação 3:
Dia de mercado, vamos às compras.
Voltando com carrinho cheio, vamos abrir o porta malas. Ah Não!! (adivinhe só) o porta malas não abre. – Aperta o botão para abrir, tenta com a chave, liga e desliga o carro.
Deixa para lá, põe as compras na frente!
Sem falar que o velocímetro somente marcava 40 km/h e que o carro só começava a aquecer quando estávamos chegando no destino...Aí que frio!!!
Graças a Deus, hoje isso é passado. Já temos veículo próprio. Mas quer saber! Esse carrinho rendeu uma boa história.
Precisávamos de um carro, pois encarar o frio a pé não era nada fácil, ainda mais com criança, mas para nossa decepção não podíamos fazer nenhum tipo de financiamento, pois muitas lojas exigem um mínimo de 6 meses de residência no país.
Sem muita grana e querendo economizar para a compra definitiva do nosso carango, resolvemos então alugar um carro.
Através de um colega de empresa, meu maridinho conseguiu por um preço razoável alugar um Ford Fiesta 1991...Por fora estava bem velhinho e acabado... Por dentro idem!
Situação 1:
Dia de pegar o citado automóvel, volta para casa, parada para abastecer.
Como por aqui não existe frentista, cada um que abasteça seu carro.
Meu heróico marido desce do carro, abastece, vai até a lojinha, paga pela gasosa, volta ao carro...ué, a porta não abre? Força de um lado, força de outro sem sucesso, depois de muitas tentativas em vão e de estar quase congelando naquele frio qual a solução? Entrar pelo porta malas, fazer o quê?
Se alguém viu deve ter pensado: - O que este doido está fazendo????
Situação 2:
Domingão de sol, que tal dar um pulo na Suíça, que está super próxima mesmo? Tem um lugar lindo lá e aproveitamos para abastecer, já que lá a gasolina é mais barata, por que não aproveitar?
Lá vamos nós, passeamos, curtimos o dia na volta a paradinha para abastecer, desce do carro (como os frentistas fazem falta) ué, o tanque de gasolina não abre? Força de um lado, força de outro....Ops! A chave quebrou! Sem desespero. Pega o alicate e vai com jeitinho. (olha a fila para abastecer aumentando) Calma, muita calma. Paciência! Prontinho, abriu! Ufa!!!
Situação 3:
Dia de mercado, vamos às compras.
Voltando com carrinho cheio, vamos abrir o porta malas. Ah Não!! (adivinhe só) o porta malas não abre. – Aperta o botão para abrir, tenta com a chave, liga e desliga o carro.
Deixa para lá, põe as compras na frente!
Sem falar que o velocímetro somente marcava 40 km/h e que o carro só começava a aquecer quando estávamos chegando no destino...Aí que frio!!!
Graças a Deus, hoje isso é passado. Já temos veículo próprio. Mas quer saber! Esse carrinho rendeu uma boa história.
